Não sou jornalista. Sou, apenas, um cidadão comum exercendo seu direito de livre pensamento e expressão. "A César o que é de César"!
Sugestões para assuntos e opiniões serão bem-vindas. Enviem por e-mail: professorbochini@gmail.com

quinta-feira, 14 de junho de 2012

"Tá tudo azul, na América do Sul!"

Fregueses de restaurantes sofrem arrastão; condomínios são assaltados;

Caixas automáticos de bancos explodidos e saqueados;

Tarifas bancárias abusivas, por causa da queda dos juros;

Esquartejamento de marido por ciúme;

Políticos continuam roubando por todo lado;

Educação e Saúde pedem socorro;

 

 






Impostos diminuem a renda do trabalhador e não são devolvidos em programas sociais como deveriam;

O feijão a, quase, 10 reais o quilo;

A Copa do Mundo é um cassino (2 anos de jogatina de dinheiro no bolso dos mesmos e 1 mês de futebol);

CPMI do Cachoeira sem pulso nem vontade política;

Mensalão na iminência do decurso;

Atleta e esposa em sequestro relâmpago;

Somos induzidos a um consumo compulsivo ou desnecessário.

Melhorou o quê?


Que país é este?

Hoje é Dia Mundial do Doador de Sangue

Vamos doar sempre!

Um dia, todo mundo pode precisar!

domingo, 3 de junho de 2012

Humor "trash" virou "trendy" na TV Tupy-nikin!

Lucélia Santos se divertindo no "Agora é que arde"
Já que agora, na Terra Platanus Brasiliensis, o que faz sucesso na mídia é peito e bunda (preferências nacionais), o negócio foi explorar outro lixo, digo, nicho: humor apelativo de palavrório chulo e de personagens anti-heróis.
Foi uma brilhante sacada de produção televisiva essa de apostar no "quanto pior, melhor", mesmo porque os políticos dessa terrinha de meu Deus acostumaram o povo dessa forma e fica mais palatável o Português de ponta de rua aos universitários que não sabem escrever o "O" nem com o copo, pois disseram pros pais deles que Educação era para todos (só não lhes explicaram que instrução não era). Um bom exemplo é o programa do Danilo Gentili, pela Band, que de bobos não têm nada. O formato consagrado de "talk show", com o entrevistador à direita do vídeo, na sua bancada e o entrevistado, confortavelmente, sentado à esquerda. A versão, porém, investe na figura vulgar ou grotesca do anfitrião.
O entrevistador tem cara de babaca, faz perguntas babacas, piadas babacas, o que deixa o convidado bastante descontraído e com a nítida impressão de que não sabe o que foi fazer lá. Foi tudo uma grande gozação!
E o público? Aplaude, ora! Quer melhor? Faça você!
As "celebridades" vazias são o prato cheio para o Pânico; os "Manés" são o alvo ideal dos "Cassetas"; políticos imbecis dão a pauta, o texto e o roteiro, gratuitamente, ao CQC. O "material de trabalho" para esses programas fica mais farto a cada semana. Encontraram mais uma forma genial de ganhar dinheiro com um trabalho prazeroso.
Enquanto isso, rimos da própria desgraça e não nos damos conta do reflexo que tudo terá no futuro. Somos tão minimalistas que muitos dizem por aí: "Nem sei se estarei vivo amanhã. De que adianta ir contra a corrente?" Até nessa hora são comodistas e convenientes!
Então, é melhor fecharmos todas as portas e janelas, escondidos na nossa covardia.
Mesmo ciente da morte que se avizinha, minha consciência, meus dedos e meu teclado são as armas que disponho nesta guerra contra a ignorância idiótica!

AGORA é tarde; não adianta querer alcançar o tempo perdido. Como tanto a Piaf cantou: "Eu recomeço do zero!"