Não sou jornalista. Sou, apenas, um cidadão comum exercendo seu direito de livre pensamento e expressão. "A César o que é de César"!
Sugestões para assuntos e opiniões serão bem-vindas. Enviem por e-mail: professorbochini@gmail.com

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Carolina Dieckmann "dá o dedinho" pros paparazzi

A pessoa busca, às vezes por toda sua vida, ser artista, fazer sucesso, virar celebridade; prá quê? Prá, depois, não saber nem querer suportar a pressão da popularidade?
Essa pessoinha antipática é um bom exemplo da mistura de arrogância e deseducação. Mais de uma vez já se indispôs com repórteres, fotógrafos e fâs. Independentemente desses profissionais serem ou não habilidosos com as palavras e atitudes, não significa que o "artista" deva demonstrar deselegância. Afinal, é dos repórteres, fotógrafos e fãs que o artista vive, o público e o veículo de comunicação.
E esse negócio de ser "global" não significa estar imune ao assédio de outros veículos, muito menos acreditar que "A Toda Poderosa" vai durar para sempre ou irá aguentar medíocridade de seus contratados.

Essa senhora, posa de camisola, na sacada de um prédio, com o balcão de vidro, recebe uma rajada de vento, que desconhece o temperamento da pessoinha, é flagrada por fotógrafos (e sabe muito bem que eles estão lá) ávidos de suas "chapas" quentes e, depois manda todo mundo se f...?
Esse tipo deveria ser eliminado das pautas de jornais, revistas, portais, sites etc. Quem sabe, se não fossem tão paparicados pela mídia, não baixariam um pouco a bola e aprenderiam a trabalhar sob pressão? E, como ela, há várias "vedetes" que querem aparecer mais que seus umbigos.
Pô, quer anonimato, vai morar em Nova Iorque, como diz o Nelsinho Motta!
Escrever mais sobre isso é perda de prazer!

Chega!!! Click!!!

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Carro ideal parece que não é para o nosso bolso

Brasileiro é um ser humano desclassificado, mesmo! Não tem nem o direito de optar sobre que carro quer ou pode comprar. Tem que se submeter ao "cartel do carango".
O carrinho (Tata Nano) serve para o mercado hindu, mas não presta para rodar no Brasil. Claro, o veículo custa (acrescidos impostos e taxas) cerca de R$5.750,00, tem 2 anos de garantia, espaço para 4, velocidade de até 120 Km/h, faz 20 Km com 1 litro, design moderno, cores básicas, mas é fraco, segundo os especialistas! Portanto, há mais de 1 bilhão de pessoas ludibriadas pelo milagre da propaganda enganosa!
Se esse carrinho for comercializado na República Bananífera, deverá custar mais do que o dobro do que custa na India. Porque este país é composto de "experts" automotivos, insofismáveis autoridades dos destinos do povo e bilionários que não necessitam de carros populares circulando no trânsito organizadíssimo de nossa terra, em meio aos seus carrões que estão ao alcance de qualquer mortal que esteja disposto a pagá-lo em suaves 60 prestações, quando serão os legítimos proprietários de um "calhambeque" de plástico, sem valor e impossível de ser trocado por outro novo.
Parabéns aos nossos gênios!!!





Pobre tem de ser miserável! Morar na periferia, no "barraco triplex", tomando 4 conduções para ir e mais 4 para voltar do trabalho, encher a casa de alegria (12 filhos, pelo menos), comendo na quentinha azeda, sem refrigeração, dormindo 4 horas por noite, estudando na escola mais mal equipada de pessoal e material do mundo e, mesmo assim, dar risada de tudo isso!
Além de gênio, tem que ser mazoquista!!!

sábado, 17 de setembro de 2011

Ministro do turismo é outro que "roda" no "trenzinho alegre"

Em menos de um ano de governo, Da. Dilma já teve que "dispensar" 4 ministros de seu quadro de técnicos de confiança. Que beleza! Vamos limpar a casa, pois estamos vigilantes!

Ex-ministro demonstrando como se faz turismo prazeroso no Brasil.

- Ó, meu Deus, não deixeis que eles me vejam aqui, quietinho, no meu canto.


Quais serão os roteiros turísticos do Brasil? Já estão remodelando as saídas: Guarulhos, Galeão, Viracopos, Confins,... Nenhuma novidade sobre transporte de massa nas grandes cidades, salvo São Paulo, pela demanda sempre crescente de locomoção do povo trabalhador.

Este é o "Yellow brick road to the wonderful world of Oz"!