Não sou jornalista. Sou, apenas, um cidadão comum exercendo seu direito de livre pensamento e expressão. "A César o que é de César"!
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sábado, 22 de dezembro de 2012

"Habeas Corpus" natalinus!

Parece que "São Joaquim", intercedeu em favor dos "mensaleiros" e concedeu-lhes o "indulto de Natal e Ano Novo", antes do "famoso" trânsito em julgado.
Após todos os recursos serem julgados, eles deverão dar uma "passadinha" pela porta do presídio, para avaliarem como é a vida dos que não possuem bons advogados, dinheiro ou "costas quentes" no poder.
E, ainda, clamam por recurso em instância superior. Só se for com o Todo Poderoso!
Tentando entender: quem cria a Lei não a faz para si, mas para o outro! O criminoso legislador joga nas "11"! Os impunes são, também, imunes!
Pior para quem acredita em justiça na República de La Oscuridad!

Feliz Natal e mais pró$pero Ano Novo a todos vocês, santos canonizados pelo próprio ex-semper Deus!

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Tanta abstenção, por quê?

Agora, que terminou a "Festa da Democracia Obrigatória", vencedores e vencidos já fazem as pazes e recarregam as "baterias" para 2014.
A Presidente do TSE, Ministra Carmen Lucia, merecedora do nosso respeito e admiração, afirmou na noite deste domingo (28) que o percentual de abstenção em 19% no segundo turno das eleições municipais de 2012 é "preocupante".


Em nossa humilde opinião, quem votou no primeiro turno queria o seu candidato eleito, não ter de "escolher" o menos ruim do segundo turno. Se seu candidato não foi para o segundo turno, ele, simplesmente, se absteve; o que é, perfeitamente, coerente.
Isso, talvez, mostre maturidade ou inconformismo do eleitor.
Quanto aos 'brancos e nulos', esses não entraram (?) na contagem do primeiro turno. Esses, sim, é que são preocupantes demais! Eles mostram que nenhum dos candidatos apresentados faz por merecer os votos que disputa.
Quando um candidato for eleito com um único voto nas urnas, perceberá qual a representatividade que terá no cargo.
Num País cujo supremo tribunal julga a incompetência de um governo para gerir os recursos públicos, expondo uma "horda" à execração pública, quer seja por peculato, corrupção, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro etc., e o "povo", ora, o povo, vota, em seguida, em candidatos apoiados por esse mesmo governo, o que se quer mais?
Será que se esse "povo" fosse governante deste país não agiria da mesma forma?

Tá todo mundo querendo e aprendendo a "se arrumar"!!!